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O que é?

Nos últimos anos, como fruto de uma política de qualificação docente, com o incentivo à formação de mestres e doutores e pela contratação de professores já titulados em seus cursos novos e, ainda, pela recomposição do quadro de professores dos cursos tradicionais, o segmento da pesquisa na UEPG tem se destacado tanto em nível regional como nacional e até mesmo internacional.
Refletindo essa situação, hoje a UEPG conta com programas de pós-graduação em diferentes áreas do conhecimento: ciências sociais, educação, engenharia de materiais, odontologia, agronomia, física e tecnologia de alimentos, com reconhecimento pelo órgão que regulamenta essa prática no Brasil, a CAPES. Outros programas como biotecnologia, estão em trâmite de reconhecimento ainda para o ano de 2003. Por outro lado, a base sólida para a pesquisa de ponta e para formação de pessoal especializado é a Iniciação científica. Na UEPG, desde 1992, o CNPq implementa um programa de bolsas institucional que visa, entre outros objetivos, descobrir novos talentos para a pesquisa nacional, proporcionar o desenvolvimento de projetos bem orientados que levem estes acadêmicos aos programas de pós-graduação e o ganho social com o retorno da atividade destes profissionais, quer nos segmentos acadêmicos quer no setor produtivo. Nestes últimos dez anos a apresentação de trabalhos no Encontro Anual de Iniciação Científica (EAIC), evento regional que avalia o Programa PIBIC nas universidades estaduais do Paraná, os trabalhos apresentados por bolsistas da UEPG passaram de 11 em 1991 para 373 em 2001, ou seja, mais de 3000% em 10 anos. Ainda assim, isto não reflete a demanda de bolsas por parte dos pesquisadores que a cada ano tem um incremento. Em 2002 chegamos a um universo de mais de 150 solicitações e o CNPq só atende a 35 destas. Assim, a UEPG tem buscado alternativas para atender a esta crescente demanda e atualmente concede outras 16 bolsas. O que se apresenta, então, é um crescimento da pesquisa com envolvimento de acadêmicos, mestres e doutores, o que é desejável. Contudo, como já salientado anteriormente, outros setores da sociedade podem e são beneficiados com esse desenvolvimento. Acreditamos, portanto, que o setor produtivo da nossa sociedade pode contribuir para que esse crescimento não seja inibido e para que a qualidade institucional e a aplicação direta dos conhecimentos gerados na universidade atinjam o meio acadêmico e produtivo com maior eficácia. Para os próximos anos, esperamos continuar crescendo na qualificação do nosso quadro de professores pesquisadores, assim como na formação de pessoal nos programas de pós-graduação, e, em especial, na “alfabetização científica” dos nossos acadêmicos. Por óbvio que isso significará um salto de qualidade também em nossa sociedade, impulsionando o desenvolvimento tecnológico, através de projetos de pesquisas cooperativas entre a universidade e o setor produtivo, reduzindo a dependência de tecnologias desenvolvidas em outras regiões e sanando problemas regionais, em linhas de ação tais como: Artes, Agropecuária, Biotecnologia, Comércio, Cultura, Direito, Ensino, Informática, Meio Ambiente, Produção Industrial, Saúde, Serviço Social, Tecnologia, Turismo e outras. Desta forma, o PROJETO UNIVERSIDADE / EMPRESA PARA A INICIAÇÃO CIENTÍFICA foi concebido para viabilizar a parceria entre a instituição e empreendedores, mediante a celebração de convênio onde serão definidas as obrigações recíprocas, após a indicação da área de interesse ou problema a ser solucionado, para a elaboração de proposta na forma de projeto de pesquisa por pesquisador competente da UEPG, com indicação de bolsistas de iniciação científica, caracterizando pesquisa de base ou aplicada, a qualquer tempo e em fluxo continuo. Observamos, finalmente, que a minuta de convênio que acompanha esta justificativa é de natureza meramente exemplificativa, podendo, em cada caso, ser adaptada às peculiaridades da pesquisa a ser desenvolvida, observadas as cláusulas necessárias determinadas em Resolução do Conselho de Administração da UEPG.


Justificativa

Nos últimos anos, como fruto de uma política de qualificação docente, com o incentivo à formação de mestres e doutores e pela contratação de professores já titulados em seus cursos novos e, ainda, pela recomposição do quadro de professores dos cursos tradicionais, o segmento da pesquisa na UEPG tem se destacado tanto em nível regional como nacional e até mesmo internacional. Refletindo essa situação, hoje a UEPG conta com programas de pós-graduação em diferentes áreas do conhecimento: ciências sociais, educação, engenharia de materiais, odontologia, agronomia, física e tecnologia de alimentos, com reconhecimento pelo órgão que regulamenta essa prática no Brasil, a CAPES. Outros programas como biotecnologia, estão em trâmite de reconhecimento ainda para o ano de 2003. Por outro lado, a base sólida para a pesquisa de ponta e para formação de pessoal especializado é a Iniciação científica. Na UEPG, desde 1992, o CNPq implementa um programa de bolsas institucional que visa, entre outros objetivos, descobrir novos talentos para a pesquisa nacional, proporcionar o desenvolvimento de projetos bem orientados que levem estes acadêmicos aos programas de pós-graduação e o ganho social com o retorno da atividade destes profissionais, quer nos segmentos acadêmicos quer no setor produtivo. Nestes últimos dez anos a apresentação de trabalhos no Encontro Anual de Iniciação Científica (EAIC), evento regional que avalia o Programa PIBIC nas universidades estaduais do Paraná, os trabalhos apresentados por bolsistas da UEPG passaram de 11 em 1991 para 373 em 2001, ou seja, mais de 3000% em 10 anos. Ainda assim, isto não reflete a demanda de bolsas por parte dos pesquisadores que a cada ano tem um incremento. Em 2002 chegamos a um universo de mais de 150 solicitações e o CNPq só atende a 35 destas. Assim, a UEPG tem buscado alternativas para atender a esta crescente demanda e atualmente concede outras 16 bolsas. O que se apresenta, então, é um crescimento da pesquisa com envolvimento de acadêmicos, mestres e doutores, o que é desejável. Contudo, como já salientado anteriormente, outros setores da sociedade podem e são beneficiados com esse desenvolvimento. Acreditamos, portanto, que o setor produtivo da nossa sociedade pode contribuir para que esse crescimento não seja inibido e para que a qualidade institucional e a aplicação direta dos conhecimentos gerados na universidade atinjam o meio acadêmico e produtivo com maior eficácia. Para os próximos anos, esperamos continuar crescendo na qualificação do nosso quadro de professores pesquisadores, assim como na formação de pessoal nos programas de pós-graduação, e, em especial, na “alfabetização científica” dos nossos acadêmicos. Por óbvio que isso significará um salto de qualidade também em nossa sociedade, impulsionando o desenvolvimento tecnológico, através de projetos de pesquisas cooperativas entre a universidade e o setor produtivo, reduzindo a dependência de tecnologias desenvolvidas em outras regiões e sanando problemas regionais, em linhas de ação tais como: Artes, Agropecuária, Biotecnologia, Comércio, Cultura, Direito, Ensino, Informática, Meio Ambiente, Produção Industrial, Saúde, Serviço Social, Tecnologia, Turismo e outras. Desta forma, o PROJETO UNIVERSIDADE / EMPRESA PARA A INICIAÇÃO CIENTÍFICA foi concebido para viabilizar a parceria entre a instituição e empreendedores, mediante a celebração de convênio onde serão definidas as obrigações recíprocas, após a indicação da área de interesse ou problema a ser solucionado, para a elaboração de proposta na forma de projeto de pesquisa por pesquisador competente da UEPG, com indicação de bolsistas de iniciação científica, caracterizando pesquisa de base ou aplicada, a qualquer tempo e em fluxo continuo. Observamos, finalmente, que a minuta de convênio que acompanha esta justificativa é de natureza meramente exemplificativa, podendo, em cada caso, ser adaptada às peculiaridades da pesquisa a ser desenvolvida, observadas as cláusulas necessárias determinadas em Resolução do Conselho de Administração da UEPG.


Resolução CA no 18 de 10 de fevereiro de 2003Institui o Projeto Universidade/Empresa para a Iniciação Científica.

O Conselho de Administração, no uso de suas atribuições legais e estatutárias, na reunião do dia 10 de fevereiro de 2003, considerando os termos do expediente autuado na Secretaria da Reitoria – Protocolo Geral da Universidade Estadual de Ponta Grossa, onde se consubstanciou no Processo no 249/2003, aprovou e eu, Reitor, sanciono a seguinte Resolução:

Art. 1o Fica instituído o PROJETO UNIVERSIDADE / EMPRESA PARA A INICIAÇÃO CIENTÍFICA, com o objetivo de fomentar a iniciação científica na Universidade Estadual de Ponta Grossa e contribuir para o desenvolvimento do setor produtivo. Art. 2o O projeto será implementado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação - PROPESP, através da Divisão de Pesquisa, à qual compete:
I - divulgar o projeto junto ao empresariado;
II - formular propostas de celebração de convênio entre a UEPG e as empresas interessadas;
III - estimular a participação dos docentes pesquisadores da instituição.

Art. 3o Na implementação do projeto, são obrigações:
I - das empresas participantes:
custear bolsas de iniciação científica aos acadêmicos selecionados;
II - da UEPG:
a) disponibilizar a estrutura física de suas dependências e recursos humanos, de acordo com as normas institucionais da pesquisa na instituição;
b) ceder espaço físico (stand) às empresas participantes, para a divulgação de produtos e serviços e das atividades de acadêmicos bolsistas, nos Encontros de Pesquisa que realizar;

RESOLUÇÃO CA No 18 DE 10 DE FEVEREIRO DE 2003. Fl. 2
c) ceder às empresas participantes parte dos direitos relativos à propriedade intelectual eventualmente resultantes da pesquisa pertinente ao projeto, a critério do Conselho de Administração;
d) emitir certificados de participação às empresas através da PROPESP;
e) emitir certificados aos acadêmicos bolsistas, através da PROPESP, após aprovação do relatório científico final pelo comitê PIBIC/UEPG.
III - dos professores orientadores:
a) elaborar o projeto de pesquisa;
b) selecionar bolsistas e acompanhar seu desempenho;
c) encaminhar relatórios trimestrais de atividades e relatórios finais dos bolsistas à PROPESP;
IV - dos acadêmicos bolsistas:
a) desenvolver as atividades próprias da iniciação científica, de acordo com as recomendações dos professores orientadores;
b) elaborar relatórios trimestrais e finais, segundo modelo aprovado pela PROPESP;
c) apresentar resultados da iniciação científica nos Encontros de Pesquisa realizados pela UEPG.
Art. 4o Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação. Reitoria da Universidade Estadual de Ponta Grossa.
Dê-se Ciência e Cumpra-se. Paulo Roberto Godoy Reitor



Minuta de Convênio
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